sábado, 17 de abril de 2010

Só pra não esqueçer!

Semana Literária na UERJ-FFP

Dia 26

~> 10h às 12h – Credenciamento
~> 13h às 16h – Credenciamento
~> 16h às 17h – Atividade Cultural (Auditório)
~> 18h às 20h – Mesa de Abertura. “Literatura: por um diálogo entre as artes” (Auditório)

Dia 27

~> 13h às 14h – apresentação de trabalhos (Miniauditório e Sala de vídeo)
~> 14h às 16h – Mesa de Literatura Norte-Americana. (Auditório)
~> 17h às 19h – Mesa de Literatura Inglesa. (Salão de Eventos)
~> 19:15 às 21h – Apresentação Teatral (Auditório) - a confirmar

Dia 28

~> 10h às 12h – Exibição de filme. “Memórias póstumas de Brás Cubas”. (Miniauditório)
~> 14h às 16h – Mesa de Literatura Brasileira. “Literatura em verso”. (Auditório)
~> 16:30 às 18h – Exibição de filme: "Vinícius". (Miniauditório)
~> 18:30 às 20:30 – Mesa de Literatura Brasileira. (Auditório)
~> 20:30 às 21:30 – Atividade cultural - Cordel. (Hall de Convivência) - confirmar

Dia 29

~>  10h às 12h – Exibição de filme. “Ensaio sobre a cegueira”. (Miniauditório)
~> 14h às 16h – Mesa de Literatura Portuguesa. (Auditório)
~> 16h às 18h – Exibição de filme. “Língua, vidas em Português”. (Miniauditório)
~> 18h às 20h – Mesa de Literatura Africana. (Auditório)
~> 21h - Confraternização - a confirmar

terça-feira, 13 de abril de 2010

13/04



13 de abril. Dia do Beijo. Beijos de todos os tipos. Beijo no rosto; beijo de estalinho; beijo de esquimó; beijo de língua; beijo barulhento; beijo molhado; beijo apaixonado; beijo na mão; beijo no pescoço; beijo com sabor de tuti-fruti, melancia, morango; beijo rápido; beijo lento; beijo tímido; beijo caliente; beijo inocênte; beijo, beijo, beijos. Afinal, todos os dias é dia do beijo. Beijo de mãe, beijo de pai, beijo do namorado, beijo da irmã, beijo da amiga, beijo do amigo, qualquer beijo é bom. O meu preferido é aquele dado com amor e sinceridade. E o teu, qual é o seu beijo favorito?
Smaaaacks*

quarta-feira, 24 de março de 2010

Tudo muda

E tudo começa aos 15 anos. É, então, nessa idade que as meninas começam a se descobrir, querem sair sem limites, querem conhecer tudo (desde os permitidos aos proibidos), querem ficar com diversos garotos, já se sentem maiores de idade. Mas essa fase, para ela, já se foi há bastante tempo. Aliás, creio que tenha durado muito pouco. Aos 16, começa a amadurecer e aos 17 já possui cabeça de 20. Assim, ela passa a ter em mente outras prioridades mais importantes das quais tinha quando era mais nova. Aos 18, ela só quer terminar o primeiro grau, entrar em uma faculdade e trabalhar. Homens (não mais "garotos/meninos")? Isso não fazia parte do seu vocabulário. Uns diziam que ela era gay (patusco, ela sabe!), outros diziam que era/é viciada pelo sucesso (o último é o verídico!). Tão viciada que esquecia de aproveitar sua vida, relaxar, sair, beber e namorar. Próxima dos 19, ela ainda continua a mesma, porém, alguém a fez mudar um pouco. Sabe aquela palavra que não fazia parte de seu vocabulário? Pois bem, agora faz. Ela percebeu, caiu na real, que já está mais do que na hora de abrir o seu coração para uma pessoa. Ela descobriu que isso a faz sentir-se bem, feliz, apaixonada. E, apesar de não estarem sempre juntos, ela irá  esperá-lo, o tempo que for, para que um dia, enfim, fiquem unidos para nunca mais se separarem, não importa o que aconteça. E por fim, quando estiver com 19 anos, continuará aquela mesma menina que era aos 15: sonhadora. E será a partir dessa nova fase que os seus sonhos tornarão-se, pouco a pouco, realidade.

terça-feira, 16 de março de 2010

Simplesmente


Amo  quando você chega e me dar um abraço apertado. Amo você quando segura minha mão. Amo sua pele macia e amo o seu cheiro. Amo seu tom de voz quando está irritado. Amo o jeito como você levanta sua sobrancelha. Amo quando você tropeça em suas palavras. Amo quando você morde seu lábio inferior quando está nervoso. Amo você quando nada tem a dizer. Amo você quando faz coisas das quais não gosto. Amo quando você me liga. Amo quando você não tem coragem de desligar o telefone. Amo você quando rir das suas piadas. Amo o seu cinismo. Amo o jeito como anda. Amo o jeito como me beija. Amo quando e como você me faz rir. Amo você quando diz que me ama. Amo você. Não importa o que faça, sempre o amarei. Amo o jeito como nos conhecemos. Amo o jeito como conversamos. Amo  lembrar do nosso primeiro encontro. Tudo me faz te amar cada vez mais e mais. Amo pensar em você. Amo querer saber se você pensa em mim. Amo quando você some. Amo sentir saudades de você. Só odeio uma coisa:  não ter coragem de te contar tudo o que sinto por você. Amo quando você me diz "oi". Amo como você escreve. Amo quando você se despede e se vai. Apesar de não saber, amo, amo, amo você!

segunda-feira, 15 de março de 2010

Sem escolha



O problema em morar em uma cidade pequena é que, em primeiro lugar, você acaba conhecendo todo mundo; segundo, você sempre acaba vendo quem você não quer ver. E, naquele exato momento em que você ver tal pessoa, você não tem para onde fugir ou se esconder. 
Pois bem, um dos meus maiores defeitos é falar o que vem à minha cabeça sem pensar duas vezes, podendo, ou não, machucar ou ferir os sentimentos de alguém. Isso, juntamente, à minha atitude de agir quase sempre por um impulso e/ou pelo momento, sem pensar nas consequências. Só neste ano já falei e fiz coisas das quais me arrependo agora. Porém, já fiz e falei o que eu tinha que falar e fazer na hora certa e não me arrependo. 

Indo ao que interessa...Domingo, em uma ida ao shopping sozinha, vi por um acaso uma pessoa que não via há muito tempo (para ser mais exata: um ano). Na hora em que eu o avistei, queria me esconder em algum  lugar para que não me visse. Não estava nem um pouco interessada em parar e conversar com tal ser. Abrindo parêntese: é engraçado como as coisas mudam depois que se termina um relacionamento. Ambos ficam estranhos, nada do que falam sai naturalmente. E aquele papo: "ainda podemos ser amigos..." é história para boi dormir. Fechando parêntese. Não deu em outra. Ele me viu e veio correndo (hipérbole!) falar comigo. Fiquei assustada, surpresa, sei lá o que senti na hora. Mas fiquei calada, esperando ver o que ele iria falar. Nada interessante, para variar e como já é de costume, veio com aquele papo nostálgico do qual odeio. "Ainda poderíamos estar juntos. Saudades! Por que me deixou? Vamos recomeçar!" E blábláblá... Quando isso vem à tona, fico furiosa, estressada e acabo dizendo coisas que não quero. E foi isso que aconteceu. Sem pensar, falei muita coisa para esse assunto acabar e eu poder ir embora. Falei, falei e falei. Ele ficou perplexo, calado, sério e pálido. Despedimos-nos e segui meu caminho. Depois fiquei pensando no que falei: "será que eu fui muito rude? não devia ter falado aquilo!". Mas agora já era. Sou muito orgulhosa e, jamais, pediria desculpas. Enfim, agora me  sinto melhor, mas estava muito pensativa e um pouco triste com o que aconteceu. Mas acabou, não  pode mudar o passado, né? Queria que ele seguisse o seu caminho, conhecesse alguém que realmente o complete e que seja bastante feliz. Também desejo isso para mim. Todos aqueles sentimentos acabaram e agora novos estão surgindo, mas não por ele, mas por uma outra pessoa. Uma que me entenda, que goste do que gosto, que divida tudo comigo, que seja meu melhor amigo e o mais importante, que goste de mim do jeito que sou. Não podemos apressar o futuro, se for para acontecer, acontecerá de uma maneira mais natural possível uma hora ou outra. 
É isso, só queria desabafar um pouco.

iHasta!


domingo, 14 de março de 2010

Another letter

There are many things that I'm good. Well, one thing that I'm excellent is making friends (face-to-face and by the Internet). I have really good friends that I knew by relationship sites, and they've been with me for a long time.
I know people from Rio de Janeiro and from other states. And when we see that our friendship can increase and become stabel, we start to send each other letters. So, in this week, I received a letter from a very special person. S/h is from São Paulo, my drizzle land (I was born in there!). I was touched when I read it, because the text was impeccable and s/h got really better on it. It's not the first time that I got something from s/h. We've been friends since June/2009, and it's very nice to see that it's not over and it will never be. Nevertheless, I just want it to be registered here because it means a lot for me. Although s/h will not read this post, I'd like to say that I loved it a lot and I want to thank s/h for the lovingness.

Ps.: I just wrote in English because today I wanted so bad to write something in that language.

quinta-feira, 11 de março de 2010

É possível?


É possível amar alguém que você nunca viu? Ela não sabe, aliás, não tem certeza. Vários são os e-mails, cartas e mensagens de celular que eles trocam. Quando se falam, parece que já se conhecem há muito tempo. Ambos têm gostos semelhantes, humor semelhante e aquela timidez inicial semelhante. Ela pergunta a si mesma se ele é real ou apenas uma pessoa gozando de sua ingenuidade, mas a cada conversa, ela tem mais certeza de que ele é real.
Desde então, ela não consegue mais se relacionar com ninguém. Fica presa a ele apesar de estarem longe, mas não tão longe assim. Embora não saibam, eles estão muito mais próximos do que imaginam. Mas eles já se encontraram? Ela não sabe. Ela nunca viu sua foto. Porém, a partir do que e como ele escreve ela consegue imaginar como ele pode ser. Ele escreve coisas bonitas e feias também, tem um humor sarcástico do qual ela adora e a faz rir, é romântico, sensível e inteligente. Para ela, ele não é muito alto e nem muito baixo, estatura normal; magro; rosto no estilo Jake Gyllenhaal (versão morena, claro, e com barba!).
Algo é certo: quando estiverem juntos, irão se estranhar, mas depois se entenderão. Vão conversar, brigar e depois caminharão até um lugar calmo, onde possam ver o pôr-do-sol. Conforme o brilho do Sol acaba, acaba-se também o diálogo. E é nessa hora que, como em qualquer filme romântico, eles se olham demonstrando ternura, amor. Ele toca em seu rosto e, enfim, se beijam.
Ele é real? Sim. Se amam? Sim. E apesar das circunstâncias que aparecerão para tentar separá-los, eles permanecerão sempre juntos, como sempre desejaram.

"Não se preocupe, ainda vamos nos encontrar! Mesmo que estejamos longe, acharei um jeito de me aproximar e cuidar de você."